terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
A SAGA DO MEU POVO
Hoje me lembro dos
tempos de outrora
Quando vivia
contemplando o Velho Chico
Subindo e descendo
em suas margens
Orando a São João
Batista em seu nicho.
Estivesse em
qualquer porto
De todos, havia
algo a contemplar
Desde a “caída” da aldeia
e da igreja
Tudo me enchia os
olhos a me orgulhar.
Fosse a visão da
roda d’água
Ou o desejo de
“adentrar” a Ilha da Porta
Fosse a vista
encantadora do Serrote...
Tudo o que mais me
importa.
Sentidos
verdadeiros da vida...
O agricultor saindo
cedinho com destino às ilhas
O pescador lançando
ao rio redes de esperança
Garimpando o pão
que alimenta filhos e filhas.
Também é impossível
não lembrar
Das lavadeiras em
sua labuta
Batalhando de sol a
sol...
Fazendo sua
história de luta.
Valeu a pena ter persistido
Para testemunhar a
saga do meu povo
Embora a saudade me
atormente...
Mas convicto estou
de que é preciso viver o novo.
Rodelas/BA,
01/08/2012.
Prof. Generino
Gabriel
Obs.: Poema escrito
em homenagem à minha terra natal,
Rodelas, que em 31/07/2012, completou 50 anos de Emancipação Política.
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