sábado, 17 de setembro de 2011


OPOSTOS


 
Vês o céu, o firmamento
Por acaso, jamais existiriam
Nem mesmo por um momento...
E as águas puras, cristalinas
Que caem em cascata...
Ah, tudo isso tem explicação
E é teu, é meu...
E em tudo isso
Há a mão de Deus.
 
Vês as armas, as bombas
Os mísseis que sondam...
O sangue que jorra
As naves que rondam
Alimentando as guerras
Destruindo o ambiente
E a vida enterram...
 
É a mão do homem
Ser inconsequente
Exercitando "inteligência",
Fazendo-se satanás
Em forma de gente!
Destruindo o que Deus criou,
O que mais ninguém faz.
 
O homem ainda não percebeu
Que a sua inteligência é divina
À luz do soberano Senhor
Para exercê-la sem olhar a quem,
À semelhança do Criador
Que cria a vida, dela cuida
E a nutre com amor.
 
Rodelas/BA, 28 de novembro de 2001.

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